sexta-feira, 31 de julho de 2015

sindrome de Burnout


SÍNDROME DE BURNOUT

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).
Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.
Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.
Sintomas
O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.
Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.
Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.
Tratamento
O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.
Recomendações
* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;
* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.

sábado, 25 de julho de 2015



                                                     

CARÁTER – PERSONALIDADE – TEMPERAMENTOS


Vamos Falar sobre algo que nos envolve diretamente todos os dias: Caráter, Personalidade e Temperamentos. Mas de modo podemos diferenciar cada um destes termos?


PERSONALIDADE

Personalidade é a postura que cada individuo assume apresentar no meio em que vive. Nossas personalidades são formadas de dois pontos básicos: Raízes Hereditárias –Traços Adquiridos. mas o que significa cada um?

Raízes Hereditárias:
não houve a sua participação (ex: cor dos olhos, tipo de cabelo).

Traços Adquiridos:
são traços que são adquiridos com a convivência com osfamiliares ou por vontade própria. (ex: ser mentiroso assim como o pai (você adquiriupor influência) ou fazer chapinha para mudar os cabelos de ondulado para lisos (vocêdecidiu por conveniência)).

Personalidade é a união de temperamento, caráter e hábitos.
Exemplos de personalidade: empreendedor, mediador, altruísta.


CARÁTER

A palavra caráter tem origem no verbo grego que significa: gravar. A firmeza moral deuma pessoa é o sinal visível de sua natureza interior.O caráter esta ligado ao que somos no intimo, não tendo ligação com o que fazemos ou agimos, ou seja, o caráter engana, porque muitas vezes para manter a sua máscara (personalidade), você age diferente do que queria agir (caráter).Ex: Está com raiva de uma pessoa, mas não demonstrar nas atitudes, por estar na frentede alguém maior hierarquicamente (líder, chefe).Caráter é um grupo de valores que rege o comportamento humano é o resultado de hábitos repetitivos.Os teus hábitos determinam nosso caráter, pois são a somas de nossos hábitos e virtudes, pois nos tornamos no que fazemos repetidamente. Os hábitos denunciam nosso caráter.
Exemplos de caráter: honesto/desonesto, justo/injusto, mentiroso/sincero.


TEMPERAMENTOS

Temperamentos são qualidades que já nascem com o individuo, é genético, ou seja, é aquilo que não é aprendido. Todas as pessoas nascem com 1, 2, e até 3 temperamentos.São características, traços adquiridos por influência dos pais antes do nascimento, pois o temperamento é herdado, já nascemos com ele e este aponta para as nossas disposições naturais, gostos e preferências.Enquanto que o caráter é adquirido por hábitos o temperamento é adquirido geneticamente, não é fruto de uma escolha, sua, o temperamento não pode ser trocado, mas pode ser TRANSFORMADO.

Temperamento é um conjunto de atitudes POSITIVAS e NEGATIVAS, que já nascem com você, às atitudes boas podem ser APERFEIÇOADAS e as ruins podem ser TRANSFORMADAS. (Ex: a diferença entre filhos bebês um chora, bate, grita – o outro fica quieto até quando está com fome).Tudo isso é genético vem dos pais, dos avós, dos bisavôs. Quantos de nós não desejaria ser diferente, mais alegre, comunicativo, ou mais quieto, moderado no falar. Isso dá-se pelo nosso temperamento.
Exemplos de temperamento: alegre/triste, dinâmico/apático, extrovertido/introvertido.
                                               

domingo, 19 de julho de 2015

Sindrome do ninho vazio




Encarando com leveza a Síndrome do Ninho Vazio

Texto de Suely Oliveira 
O termo ninho vazio tem sido usado para caracterizar o momento em que o último filho deixa a casa. Antigamente, os textos que descreviam a chamada Síndrome do Ninho Vazio (SNV), geralmente enfatizavam o sofrimento das mulheres, causado pela perda do lugar de “cuidadora”, papel tradicional – e arcaico – atribuído às mulheres.
Eu prefiro entender a SNV como um desconforto emocional do pai e/ou da mãe ao verem seus filhos e filhas deixando a casa, como mostram as autoras mais modernas que estudam o tema. Um sentimento que acomete homens e mulheres – pais e mães, ao se depararem com a nova realidade. Os/as filhos/as crescem e vão cuidar da vida, constituir família ou simplesmente são levados pelo desejo de sair de casa, de manter uma independência financeira, de construir a própria trajetória profissional.
Mafalda, por Quino.
Mafalda, por Quino.
Imagino que cada pessoa vivencia esse período de uma forma particular, que tem a ver com o momento e a fase de vida que cada uma está vivendo. Em muitos casos, por exemplo, o momento em que os filhos estão saindo de casa, coincide com a aposentadoria e com o climatério. Duas fases de muita mudança na vida de uma criatura seja por fatores hormonais ou por questões culturais. Muita gente fala em solidão, em depressão, tristeza. Mas também tenho visto muitas pessoas falando que com a saída dos filhos de casa, passaram a fazer um monte de coisas que não tinham oportunidade de fazer antes, como viajar, estudar, passear, aprender um idioma, fazer seus próprios horários, enfim, não dá pra generalizar.
E eu nessa história? Bem, eu tenho dois filhos. Henrique com quase 28 anos e Júlio, com 25. Não é uma tarefa fácil, educar filhos ou filhas. É uma luta permanente e diária. A sociedade é machista, racista, homofóbica, heteronormativa. Apesar disso, sou muito feliz com o resultado. Eles são duas pessoas incríveis, amorosas, gentis, íntegras, de bom caráter. Sou bem feliz com a maternidade. Aliás, eu tive os filhos que quis ter. Mas isso é outra história, voltemos para a Síndrome do Ninho Vazio.
A minha casa sempre foi um lugar que os amigos, as amigas e depois, as namoradas gostavam de frequentar. Quando eles eram crianças, os amigos vinham passar o fim de semana e a programação era intensa: praia, cinema, teatrinho ou mesmo sessão de vídeo acompanhado de pipoca e refrigerantes. Depois que cresceram a casa continuou um lugar de muitos encontros, além, de liberdade total para trazer as namoradas que sempre foram bem-vindas em nossa casa. Eu amava aquela movimentação. Quando eu me separei do pai dos meus filhos, fiquei com medo que eles decidissem morar com o pai e colocamos essa possibilidade para eles. O protagonismo juvenil não podia ser apenas um discurso, mas uma prática encarada com toda seriedade. Mas eles decidiram continuar morando com a mãe, o que foi motivo de alívio e muita alegria para mim.
Entre 2003 e 2004 eu saí de casa para viver em Brasília. Foi uma decisão bem difícil, mas eles foram as pessoas que mais me incentivaram, pois eu tinha recebido um convite para trabalhar no governo federal, justamente quando Lula foi eleito Presidente da República.
Como muitas mulheres, eu contava com uma trabalhadora doméstica que me deu todo suporte – e a eles – nos quatro anos em que estive morando fora, além do que a minha mãe ainda estava viva e também dava uma força.
Raramente deixei de vir em casa a cada mês, mas precisei tomar algumas decisões para facilitar a vida deles e a minha. Uma delas foi a emancipação de Henrique, que como filho mais velho acabava tendo que assumir algumas tarefas da administração do lar. Foram anos de muita aprendizagem, pra eles e pra mim, com muita coisa boa e outras, nem tanto.
Uma das razões que me levou a voltar pra Recife em 2007 era a preocupação com a saída deles de casa. Eu comentava com as amigas que estava vendo a hora eu chegar e eles estarem de saída, seja da casa ou da cidade. Dito e feito. Em 2009, Henrique e Giovanna se casaram, a minha neta Alice nasceu e eles se mudaram, foram morar perto da minha casa. Mas um ano depois foram morar em Brasília.
Comecei a pensar sobre a Síndrome do Ninho Vazio com a saída de Henrique, que levou junto a minha neta e a minha nora, uma vez que quando Alice nasceu a família morou alguns meses em minha casa. Ficamos, então, eu e Júlio e fomos nos adaptando à nova casa, à nova realidade.
Agora estou me preparando para outra grande mudança. A partir de janeiro de 2014, Júlio vai morar em São Paulo. O mais curioso é que essa nova fase coincide com outras mudanças na minha vida. Voltei a estudar, estou fazendo mestrado, estou com um grupo de estudos em psicanálise porque quero em breve abrir o meu consultório. Além disso, estou me organizando para no ano que vem ficar três meses em Salvador, fazendo mobilidade discente – um estágio de curta duração em um centro de pesquisa para realizar parte do trabalho de dissertação.
Eu sei que vou sentir muita falta do meu filhote, que é um amigo, parceiro e muito querido, mas provavelmente nesse contexto de tanta demanda e novidades a Síndrome do Ninho Vazio vai ser vivenciada de um jeito muito particular, vocês não acham?

Sindrome do ninhovazio

Encarando com leveza a Síndrome do Ninho Vazio

Texto de Suely Oliveira 
O termo ninho vazio tem sido usado para caracterizar o momento em que o último filho deixa a casa. Antigamente, os textos que descreviam a chamada Síndrome do Ninho Vazio (SNV), geralmente enfatizavam o sofrimento das mulheres, causado pela perda do lugar de “cuidadora”, papel tradicional – e arcaico – atribuído às mulheres.
Eu prefiro entender a SNV como um desconforto emocional do pai e/ou da mãe ao verem seus filhos e filhas deixando a casa, como mostram as autoras mais modernas que estudam o tema. Um sentimento que acomete homens e mulheres – pais e mães, ao se depararem com a nova realidade. Os/as filhos/as crescem e vão cuidar da vida, constituir família ou simplesmente são levados pelo desejo de sair de casa, de manter uma independência financeira, de construir a própria trajetória profissional.
Mafalda, por Quino.
Mafalda, por Quino.
Imagino que cada pessoa vivencia esse período de uma forma particular, que tem a ver com o momento e a fase de vida que cada uma está vivendo. Em muitos casos, por exemplo, o momento em que os filhos estão saindo de casa, coincide com a aposentadoria e com o climatério. Duas fases de muita mudança na vida de uma criatura seja por fatores hormonais ou por questões culturais. Muita gente fala em solidão, em depressão, tristeza. Mas também tenho visto muitas pessoas falando que com a saída dos filhos de casa, passaram a fazer um monte de coisas que não tinham oportunidade de fazer antes, como viajar, estudar, passear, aprender um idioma, fazer seus próprios horários, enfim, não dá pra generalizar.
E eu nessa história? Bem, eu tenho dois filhos. Henrique com quase 28 anos e Júlio, com 25. Não é uma tarefa fácil, educar filhos ou filhas. É uma luta permanente e diária. A sociedade é machista, racista, homofóbica, heteronormativa. Apesar disso, sou muito feliz com o resultado. Eles são duas pessoas incríveis, amorosas, gentis, íntegras, de bom caráter. Sou bem feliz com a maternidade. Aliás, eu tive os filhos que quis ter. Mas isso é outra história, voltemos para a Síndrome do Ninho Vazio.
A minha casa sempre foi um lugar que os amigos, as amigas e depois, as namoradas gostavam de frequentar. Quando eles eram crianças, os amigos vinham passar o fim de semana e a programação era intensa: praia, cinema, teatrinho ou mesmo sessão de vídeo acompanhado de pipoca e refrigerantes. Depois que cresceram a casa continuou um lugar de muitos encontros, além, de liberdade total para trazer as namoradas que sempre foram bem-vindas em nossa casa. Eu amava aquela movimentação. Quando eu me separei do pai dos meus filhos, fiquei com medo que eles decidissem morar com o pai e colocamos essa possibilidade para eles. O protagonismo juvenil não podia ser apenas um discurso, mas uma prática encarada com toda seriedade. Mas eles decidiram continuar morando com a mãe, o que foi motivo de alívio e muita alegria para mim.
Entre 2003 e 2004 eu saí de casa para viver em Brasília. Foi uma decisão bem difícil, mas eles foram as pessoas que mais me incentivaram, pois eu tinha recebido um convite para trabalhar no governo federal, justamente quando Lula foi eleito Presidente da República.
Como muitas mulheres, eu contava com uma trabalhadora doméstica que me deu todo suporte – e a eles – nos quatro anos em que estive morando fora, além do que a minha mãe ainda estava viva e também dava uma força.
Raramente deixei de vir em casa a cada mês, mas precisei tomar algumas decisões para facilitar a vida deles e a minha. Uma delas foi a emancipação de Henrique, que como filho mais velho acabava tendo que assumir algumas tarefas da administração do lar. Foram anos de muita aprendizagem, pra eles e pra mim, com muita coisa boa e outras, nem tanto.
Uma das razões que me levou a voltar pra Recife em 2007 era a preocupação com a saída deles de casa. Eu comentava com as amigas que estava vendo a hora eu chegar e eles estarem de saída, seja da casa ou da cidade. Dito e feito. Em 2009, Henrique e Giovanna se casaram, a minha neta Alice nasceu e eles se mudaram, foram morar perto da minha casa. Mas um ano depois foram morar em Brasília.
Comecei a pensar sobre a Síndrome do Ninho Vazio com a saída de Henrique, que levou junto a minha neta e a minha nora, uma vez que quando Alice nasceu a família morou alguns meses em minha casa. Ficamos, então, eu e Júlio e fomos nos adaptando à nova casa, à nova realidade.
Agora estou me preparando para outra grande mudança. A partir de janeiro de 2014, Júlio vai morar em São Paulo. O mais curioso é que essa nova fase coincide com outras mudanças na minha vida. Voltei a estudar, estou fazendo mestrado, estou com um grupo de estudos em psicanálise porque quero em breve abrir o meu consultório. Além disso, estou me organizando para no ano que vem ficar três meses em Salvador, fazendo mobilidade discente – um estágio de curta duração em um centro de pesquisa para realizar parte do trabalho de dissertação.
Eu sei que vou sentir muita falta do meu filhote, que é um amigo, parceiro e muito querido, mas provavelmente nesse contexto de tanta demanda e novidades a Síndrome do Ninho Vazio vai ser vivenciada de um jeito muito particular, vocês não acham?
(Os filhos e noras precisam entender que eles vão passar por tudo isso também.devem ajudar as mães e não serem egoístas.)

Síndrome do ninho vazio



Mesmo que estejas passando por uma noite escura,fria e sombria...tenha certeza que logo,logo,um lindo, quente, ensolarado e colorido dia nascerá pra aquecer sua alma,iluminar sua mente e alegrar seu coração!
Assim é o ciclo perfeito da vida!
Alguns momentos...noites escuras!
Outros...lindos dias ensolarados!
Preste atenção...entenda, aceite, confie, entregue,agradeça e abençoe!
Boa noite e um maravilhoso "despertar"!


sábado, 11 de julho de 2015

Borboletas


Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim

Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem

Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu